O Mundo em Suas Mãos

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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Sacramento do Batismo: a Prática

Quem pode ser padrinho ou madrinha do Batismo? Qualquer católico(a) que possa educar na fé aquele que vai ser batizado.

E os que morrem sem Batismo? Deus “quer que todos os homens sejam salvos (1Tm 2, 4).” A Igreja crê que aqueles que, sem culpa, não chegaram a abraçar a fé cristã nem a receber o Batismo, mas tenham vivido retamente de acordo com a sua consciência, podem receber a salvação de Cristo por meios que somente Deus conhece. Quanto às crianças que morrem sem o Batismo, se por um lado já nascem feridas pelo Pecado Original, também já nascem marcadas pela mesma salvação, que Cristo trouxe para todos.

Quem é o ministro do Batismo? É o bispo, padre ou diácono. Em caso de real necessidade, qualquer pessoa, mesmo não batizada, pode batizar, utilizando a fórmula: “Eu te batizo em Nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”. Logo que possível, porém, deve-se levar o batizando à igreja para que um sacerdote celebre os ritos complementares e anote seu nome no livro dos batizados.

O que é necessário para o rito do Batismo? Fundamentalmente, a água. O Batismo pode ser feito por tríplice imersão ou infusão, isto é, derramando-se três vezes água na cabeça da criança e pronunciando-se as palavras rituais. São ritos complementares: o Sinal da Cruz (o batizado pertence a Cristo), a leitura da Palavra, a imposição da mão e a unção do peito (a Força de Cristo toma conta da pessoa, expulsando todo influxo maligno), a renúncia a Satanás, a confissão da fé católica, a unção com o Santo Crisma (o batizado foi ungido, como Cristo, pelo Espírito Santo), a veste branca (glória e imortalidade), a vela acesa (o novo cristão foi iluminado pelo Ressuscitado) e a oração do Pai Nosso, que recorda que o novo cristão agora é filho de Deus e pode, como Jesus, chamá-lo de Pai.

A preparação para o Batismo1 - Os pais cristãos têm obrigação de cuidar para que as crianças sejam batizadas nas primeiras semanas de vida, e toda a comunidade deve oferecer aos pais a oportunidade da preparação para o Batismo dos seus filhos. Essa preparação é um conjunto de iniciativas para oferecer aos pais e padrinhos a correta orientação e a inserção na vida da Igreja. O Batismo incorpora o batizando à comunidade, por isso o ideal é que a preparação e a celebração sejam feitos na paróquia onde os pais ou o próprio batizando (caso adulto) moram ou frequentem.

Os encontros com a comunidade devem ser participativos, fraternos e coerentes com a realidade da pessoa. É importante usar a sensibilidade e adequar o conteúdo aos participantes. A comunidade deve mostrar, através de gestos concretos, a vivência da fé e do amor fraterno. Crianças até sete anos de idade não precisam de preparação, mas acima disso devem ser inseridas na comunidade, assim como os adultos, para que aprendam a importância dos Sacramentos e possam vivenciar Deus de fato.


Em sua vida, até hoje, existiram diversos momentos decisivos e importantes, que são comemorados por você, por sua família e amigos todos os anos: o dia em que você nasceu, o dia em que se casou... São comemorações válidas, sem dúvida. E se essas coisas temporárias, que um dia perderão a importância e o significado, pois pertencem a este mundo passageiro, merecem ser celebradas, imagine então o dia do seu Batismo, dia em que você nasceu para a vida eterna, a vida na Graça Divina, que dura para sempre? O dia em que você foi integrado ao Corpo de Cristo?

Responda rápido: qual a data do seu Batismo? Você procura ir à Missa, ou pelo menos rezar de modo especial, nesse dia? Você reflete sobre o grande dom que Deus lhe ofereceu? Pois é... 

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Fontes e referência bibliográfica:
1. ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO. Diretório dos Sacramentos. São Paulo: Paulinas, 1982.








segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Batismo do Senhor - Festa













A celebração litúrgica do Batismo de Jesus foi fixada no calendário romano para o segundo domingo ordinário em 1960, no Brasil, após 1º de janeiro, ao primeiro domingo se transfere a Solenidade da Epifania, originalmente celebrada no dia 6; no domingo seguinte, portanto o segundo, festejamos o Batismo do Senhor a não ser que a Solenidade da Manifestação de Jesus caia, via transferência, em 7 ou 8 de janeiro - em outros termos, apenas quando o dia em que comemoramos o encontro dos reis magos com o Salvador, "dia de reis", em 6 de janeiro, é uma sexta ou sábado - quando, então, o Batismo do Senhor toma lugar na segunda-feira imediatamente após a Epifania. Esta festa encerra o Tempo do Natal. (Pastoralis)




“Batizado o Senhor, os céus se abriram e o Espírito Santo pairou sobre ele sob forma de pomba. E a voz do Pai se fez ouvir: Este é o meu Filho muito amado, nele está todo o meu amor!” (Mt 3,16s).

A festa do Batismo do Senhor Jesus dá termo ao tempo festivo do Natal. Saindo do âmbito da infância, mostra Jesus na véspera de sua vida pública. A voz de Deus que acompanha o dom do Espírito Santo a Jesus proclama-o “Filho amado”(Mt 3,17) de Deus, no qual Deus se compraz: o beneplácito de Deus repousa n’Ele. Jesus é quem executará o projeto do Pai. Por isso é chamado de “filho”, termo que pode ser aplicado a todo justo, mas no caso de Jesus, de maneira única. (Paróquia São Pedro/PR)

(Texto: Padre Roberto Nentwig - Arquidiocese de Curitiba/PR) Estudos sobre Jesus apontam que, inicialmente, o Senhor desejava pertencer ao grupo do Batista, mas logo percebeu que sua missão exigia um caminho diferente daquele tomado por seu primo. Assim, após o Batismo, Jesus formou o seu grupo de discípulos e começou a anunciar o Reino de Deus.

Por outro lado, Jesus não necessitava do Batismo de João Batista. Ele aceitou o Batismo para se tornar solidário aos pecadores. Mesmo sem pecado, Jesus desejou estar no meio dos pecadores. O Senhor quis descer para resgatar a todos; o caminho da salvação é o rebaixar-se e encontrar o caído onde ele está. Percebeu que a pregação de João seguia a mesma linha que seria fundamental em seu ensinamento, pois todos eram admitidos para o Batismo no Jordão, independente de sua classe, sexo ou posição. Bastava se arrepender, mudar de vida! È para ser solidário a este povo excluído da religião judaica (pobres, mulheres, publicanos...) que Jesus aceitou o sinal de João.

Além disso, o Batismo de Jesus manifesta o Espírito e marca o início de sua missão. A ação do Espírito faz dele o “ungido” do Pai: é o Cristo (=Messias, ungido, enviado), aquele que recebeu a missão de entregar-se pela humanidade. “Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito e com poder. Ele andou por toda a parte fazendo o bem e curando...” (At 10,38).

Todos os evangelhos sinóticos narram o Batismo de Jesus. A marca de Lucas (próprio do ano C) é a descida do Espírito Santo sobre o Senhor, quando o mesmo se encontra em oração. A vida de Jesus, trazida pelo Evangelista, é toda conduzida pelo Espírito Santo. Mas é na intimidade, na sua relação com o Pai, em sua vida de oração, que o Jesus descobre os caminhos que deve trilhar. Sua vida é movida a partir da intimidade com o Pai, na unidade com o Espírito.

A festa deste dia nos traz importantes lições. Como Jesus, somos convidados a solidariedade com os sofredores. É necessário ter verdadeira compaixão, ou seja, sofrer com aquele que sofre. O cristão não se acha melhor do que os outros, não julga a ninguém, não exclui por aparência, nem mesmo pelas atitudes alheias, mas acolhe a todos, como João e Jesus.

Além disso, somos batizados no Espírito, que orienta, suscita e fortalece. Este mesmo Espírito nos faz cristãos (=ungidos, enviados). Este Espírito nos move na medida em que nos abrimos para esta graça. Tal abertura se dá quando estamos dispostos a fazer a vontade do Pai, e a vontade do Pai é revelada e fixada em nosso coração pela oração. Seguindo o exemplo de Jesus, não rezaremos como interesseiros que desejam um Deus escravo de nossos desejos, mas para descobrir a vontade do Pai e para se abrir à ação do Espírito. Como batizados, deveremos curar as doenças, ser luz, testemunhar o amor de Deus,...

O Batismo nos mergulhou no mistério trinitário. Fez-nos participantes do mistério Pascal de Cristo. Estamos neste mundo para viver como filhos amados em Cristo, e animados pelo Espírito do Senhor. Estamos aqui para dar a vida como Cristo. E morrendo faremos acontecer o mistério da ressurreição. A morte se torna vida a cada instante, diante dos nossos olhos. Renovemos e vivamos a graça do nosso Batismo!

Fonte: Blog Revista O Cristão Católico

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Argemiro Sampaio assumiu a Prefeitura de Barbalha



 NESTE DOMINGO DIA 01 DE JANEIRO DE 2017 FOI CELEBRADA A PRIMEIRA MISSA DO ANO EM AÇÃO DE GRAÇAS PELA NOVA GESTÃO DE Argemiro Sampaio Neto E Ernandes Garcia. A MISSA  FOI CONCELEBRADA PELOS PADRES  PeCícero Alencar Ferreira E  PADRE Nino Grangeiro ÀS 09:00H DA MANHÃ. LOGO APÓS A MISSA PREFEITO RECEBEU ABRAÇOS DE AMIGOS E CORRELIGIONÁRIOS QUE ESTIVERAM PRESENTES!!!




Moises Feitosa - Chefe de Gabinete da Prefeitura de Barbalha.

















            Andre Feitosa 

             Rildo Teles Xavier

NO ULTIMO DOMINGO DIA 01 DE JANEIRO DE 2017 LOGO APÓS A MISSA DAS 09 HORAS NA CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES HOUVE POSSE DOS VEREADORES E POSSE DO NOSSO PREFEITO Argemiro Sampaio Neto E O VICE PREFEITO Ernandes Garcia E A ELEIÇÃO DA MESA DIRETORA QUE FICOU TODA ELA COMPOSTA PELA OPOSIÇÃO EVERTON Vevé Siqueira PRESIDENTE, ROSÁRIO AMORIM VICE PRESIDENTE JUNTOS O 1ª SECRETÁRIO E 2ª SEGUNDO SECRETÁRIO, TODA A SOLENIDADE FOI DIRIGIDA PELO O CERIMONIALISTA Dc Cícero Santos E LOGO EM SEGUIDA POR ROSÁRIO AMORIM. A CERIMÔNIA FOI REALIZADA NA CÂMARA MUNICIPAL E TEVE OS HINOS NACIONAL E O DA CIDADE DE BARBALHA, TODA A BANCADA ESTEVE LOTADA DE PESSOAS DENTRO E FORA.


          Vevé Siqueira


RELAÇÃO DOS 15 VEREADORES DE BARBALHA 
Antônio Correia do Nascimento 
Antônio Hamilton Ferreira de Lira 
Antônio Sampaio 
Carlos André Feitosa Pereira
 Daniel de Sá Barreto Cordeiro
 Dorivan Amaro dos Santos 
Everton de Souza Garcia Siqueira (Vevé) 
Expedito Rildo Cardoso Xavier Teles
 Francisco Wellton Vieira 
João Bosco de Lima 
João Ilânio Sampaio 
Marcus José Alencar Lima (Cap Marcus Alencar)
 Odair José de Matos Rosálio 
Francisco de Amorim
 Tarcio Araújo Vieira.