O Mundo em Suas Mãos

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Divina Misericórdia, eu confio em Vós!

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segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Renário Santos é ordenado padre salvatoriano em Barbalha

 Na Igreja Matriz de Santo Antônio de Barbalha, neste sábado 21 de janeiro, aconteceu das 19 às 21h30, a solene celebração de ordenação sacerdotal do barbalhense José Renário dos Santos Silva, grande e emocionante ato religioso presidido pelo bispo emérito diocesano dom Fernando Panico, concelebração do padre Alberto Aranha provincial salvatoriano brasileiro e padres diocesanos e salvatorianos do Brasil, bem como religiosos salvatorianos de Moçambique.

























Religiosos salvatorianos de Moçambique.
Fotos: Renario Santos



Histórico do Padre Renário, SDS

José Renário dos Santos Silva, nascido em Barbalha-Ce, ao 07 de agosto de 1986, é o segundo folho do casal Francisco Demontier Silva e Maria Alves dos Santos Silva. Recebeu o sacramento do batismo no dia 01 de janeiro de 1989 pelas mãos de Padre Paulo de Sá Gurgel. Em 30 de novembro de 1997 fez sua primeira comunhão na capela de Santo André no bairro Bela Vista. O Sacramento da confirmação lhe foi foi conferido no dia 18 de novembro de 2001 pelas mãos de Dom Fernando Panico bispo diocesano do Crato. Desde sua infância mostrou-se um bom cristão, seguindo os passos de sua família na Igreja e sempre muito envolvido com os trabalhos pastorais em sua paróquia e nas orações e devoções religiosas em sua comunidade cristã.

      Aos 21 anos de idade, após um período de acompanhamento e discernimento vocacional, ingressou no Seminário Salvatoriano Mãe do Salvador em Fortaleza, para as etapas do Aspirantado e postulantado. Nos anos 2007 a 2010 fez seus estudos filosóficos na Faculdade Católica de Fortaleza. Neste período realizou suas atividades pastorais com êxito nas Paróquias Bom Jesus dos Aflitos e Imaculada Conceição, em Fortaleza.

O ano de 2011 foi marcado profundamente em sua vida com a etapa de Noviciado Salvatoriano, realizado em Conchas, interior de São Paulo. Após sua Primeira Profissão Religiosa como Salvatoriano no dia 28 de janeiro de 2012, iniciou seus estudos Teológicos, concluindo em 2015, no Instituto São Paulo de Estudos Superiores, em São Paulo. Neste período, juntamente com sua caminhada Vocacional e Religiosa, fez uma rica experiência de apostolado na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, no bairro de Moema em São Paulo e na Paróquia Nossa Senhora de Fátima, Vila Guarani em São Paulo. O jovem José Renário recebeu as Ordens Menores de Acolitato e Leitorato em 06 de dezembro de 2015.

     Em 18 de dezembro de 2015 na paróquia São José em Fortaleza fez sua profissão Religiosa definitiva na Sociedade do Divino Salvador. Em 10 de março de 2016, José Renário foi enviado a Moçambique para fazer seu estágio pastoral na Missão Salvatoriana em Moçambique. Em 03 de julho de 2016 na missão Salvatoriana em Chòkwé, pela imposição das mãos de Dom Lúcio Andrice Muandula bispo da diocese de Xai-Xai em Moçambique José Renário recebeu ordem do diaconato. Durante toda sua caminhada, foi positivamente avaliado pelos seus formadores, escrutinadores e superiores, e mais recentemente aprovado pelo Conselho Provincial dos Salvatorianos dos Brasil para receber à Ordem do Presbiterato. Hoje a Sociedade do Divino Salvador e toda a paróquia de Santo Antônio de Barbalha se alegra por mais um filho seu que se entrega ao serviço do Reino de Deus..



 Imagem do fundador da congregação Sociedade do Divino Salvador (SDS), Padre Jordan, nome de batismo João Batista Jordan, e mais tarde Padre Francisco Maria da Cruz Jordan, nasceu aos 16 de junho de 1848, em Gurtweil, Baden – Alemanha.

O bispo emérito diocesano Dom Fernando Panico, presidiu todos os ritos de ordenação sacerdotal de José Renário dos Santos Silva, com momentos muitos especiais, participação de todos os padres salvatorianos e diocesanos.
















Teresinha, Pe. Leomar e Vanda Oliveira da Pastoral da Criança, que Pe. Renário fez parte como líder, na Paróquia Santo Antônio de Barbalha-Ce. 

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Vestidos

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segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Ano Mariano

Nossa Senhora


Quanto mais o homem procura aprofundar-se no conhecimento de Deus, mais compreende que não conseguirá abarcá-Lo, tais as grandezas e os mistérios com os quais se depara.
O Criador, que estabelece as regras, se apraz em criar magníficas exceções. Três criaturas não podiam ser criadas em grau mais excelente, ensina-nos a Teologia.
A primeira delas é Jesus Cristo, Homem-Deus: impossível ser mais perfeito, nada haveria a acrescentar.
A segunda, Maria: "quase divina", é a expressão utilizada por vários teólogos para se referir à Mãe do Redentor.
E, por fim, a visão beatífica, o Céu: o prêmio reservado aos justos não poderia ser melhor nem maior. É o próprio Deus que Se dá aos Bem-aventurados!

Imagem: Lucky Star



































A Igreja nos ensina a meditar as “Sete Dores da Virgem Maria”, os momentos cruciais, martirizantes, que ela viveu ao lado de Jesus. Ele sofreu a Paixão, ela sofreu a compaixão. Por tudo o que ela sofreu por amor de Seu Filho amado e por nós, a Igreja a tem como a Consoladora dos Aflitos.














Santa Teresinha do Menino Jesus disse:
“Não tenha receio de amar demasiadamente a Santa Virgem; tu nunca conseguirás amá-la como Ela merece e Jesus ficará muito contente com este amor, pois a Santa Virgem é Sua Mãe.”

A Igreja nos ensina a meditar as “Sete Dores da Virgem Maria”, os momentos cruciais, martirizantes, que ela viveu ao lado de Jesus. Ele sofreu a Paixão, ela sofreu a compaixão. Por tudo o que ela sofreu por amor de Seu Filho amado e por nós, a Igreja a tem como a Consoladora dos Aflitos.
A Virgem Maria é a “Mãe de misericórdia, vida, doçura e esperança nossa, salve”. É a ela que vamos “suspirando e gemendo nesse vale de lágrimas” que o pecado transformou esse mundo. Ela volve a nós pecadores os seus olhos misericordiosos e tem compaixão de nós. Assim como ela acompanhou Jesus no caminho do Calvário até o Gólgota, nos acompanha também em nossas lutas, tentações, aflições e sofrimentos de toda ordem.
O Papa João Paulo II disse que “ela foi aquela que mais cooperou com a obra da Redenção realizada por Jesus”. Ninguém esteve tão perto Dele; ninguém sofreu tanto como ela.
Contemplar as suas dores, mirar as suas lágrimas, é haurir lições e graças preciosas, assim como contemplar a Via Sacra de Jesus.
Santa Brígida da Suécia diz em suas revelações que Nossa Senhora prometeu conceder sete graças a quem rezar, em cada dia, sete Ave-Marias em honra de suas dores e lágrimas.

Eis as promessas:
1 – Porei a paz em suas famílias.
2- Serão iluminados sobre os divinos mistérios.
3 - Consolá-los-ei em suas penas e acompanhá-los-ei em suas aflições.
4- Conceder-lhes-ei tudo o que me pedirem, contanto que não se oponha a adorável vontade de meu divino Filho e a santificação de suas almas.
5- Defendê-los-ei nos combates espirituais contra o inimigo infernal e protegê-los-ei em todos os instantes da vida.
6- Assistir-lhes-ei visivelmente no momento da morte e verão o rosto de Sua Mãe Santíssima.
7- Obtive de meu Filho, para os que propagarem esta devoção às minhas lágrimas e dores, sejam transladados desta vida terrena à felicidade eterna, diretamente, pois ser-lhes-ão apagados todos seus pecados e meu Filho e eu seremos sua eterna consolação e alegria.

A devoção a Nossa Senhora das Dores é das mais ricas. Por suas dores Ela nos ensina que se chega à perfeição cristã pelo sofrimento aceito com fé, paciência, e oferecido a Deus como “matéria-prima” de salvação e profunda comunhão com Deus. “Tudo concorre para o bem dos que amam a Deus” (Rm 8,28).
Venerar a Rainha dos Mártires é receber o dom da fortaleza para as lutas da vida. Meditar as dores de Maria nos faz crescer no amor para com Ela, assim como meditar a Paixão do Senhor nos faz amá-Lo mais. Contemplar as lágrimas de Maria nos consola.
Maria é também a Rainha dos Confessores e dos Mártires, pois, mais do que todos eles, testemunhou Jesus até o fim. Já nos primeiros séculos, sob a terrível perseguição dos romanos, os cristãos se refugiavam sob a proteção da Mãe de Deus. A oração mais antiga dirigida a Ela, que se conhece, é aquela que os cristãos e mártires rezavam em Alexandria já no segundo século:
“Debaixo da Vossa Proteção nos refugiamos ó Santa Mãe de Deus. Não desprezeis as nossas súplicas em nossas necessidades, mas livrai-nos sempre dos perigos, Virgem gloriosa e bendita. Amém.”
Ela é a Rainha de todos os Santos, pois ninguém a superou em santidade, desde sua concepção virginal. Maria é Rainha porque seu Filho é Rei. O próprio anjo Gabriel disse a ela: “… e Seu reino não terá fim” (Lc 1,33).
A devoção às Sete dores de Maria teve origem de modo especial na Ordem dos Servitas, ou Servos de Maria. Compõe-se de sete partes ou séries de grãos, cada uma formada de um Pai-Nosso e sete Ave-Marias em honra das Sete Dores da Santíssima Virgem.
D. Fr. Alexandre da Sagrada Família, bispo de Málaga, em seu livro “A Devoção das Dores a Maria”, diz:
“Virgem Doloríssima, eu seria um ingrato se não me esforçasse em promover a memória e o culto de vossas dores. Vosso Divino filho tem vinculado a devoção de vossas dores, particulares graças para uma sincera penitência, oportunos auxílios e socorros em todas as necessidades e perigos e particularmente na hora da morte. Vinde todos que tendes sede, vinde fartar-vos neste manancial de abundantes graças.”
É preciso meditar muitas vezes nas dores da Virgem Maria para consolar o seu Sagrado Coração e crescer na virtude. Ela disse a uma alma santa:
“Ó almas que sofreis, vinde para perto de meu Coração e aprendei comigo. É junto de meu Coração transpassado de dor que achareis consolação! Mães aflitas, esposas amarguradas, jovens desorientados, meditando nos meus sofrimentos tereis força para atravessar todas as dificuldades. Que minhas dores vos comovam o coração, impulsionando-vos para a prática do bem.”
Nossa Senhora das Dores, rogai por nós!



Prof. Felipe Aquino - Canção Nova