O Mundo em Suas Mãos

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Divina Misericórdia, eu confio em Vós!

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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

PASSARINHO





"Como os pássaros, que cuidam de seus filhos ao fazer um ninho no alto das árvores e nas montanhas, longe de predadores, ameaças e perigos, e mais perto de Deus, deveríamos cuidar de nossos filhos como um bem sagrado, promover o respeito a seus direitos e protegê-los." 

           Zilda Arns Neumann


É loucura muito minha, Senhor, esperar que o teu Amor
Depois de todos os desmandos me aceite como sou.
É loucura muito minha, Senhor, esperar com terno ardor,
que em minhas limitações faças loucuras de amor.

Águia não sou, meu Senhor,
Dela trago, tão somente, o olhar
E também, no coração, a aspiração do seu voar, voar...
Quero em meu posto ficar a fitar o Sol do Amor, do Amor:
Passarinho é o que eu sou nas mãos do meu Senhor.

E quando da vida, Senhor, o Sol do Amor se ausentar,
Não vou me preocupar, porque sei:
por entre as nuvens Ele está a brilhar.
E em mim nascerá, Senhor, do amor a perfeita alegria
E em tuas asas, então, voarei na mais perfeita harmonia.

Passarinho
Ir. Kelly Patrícia.






Tarde Te Amei





Depois de “perder” sua mãe, voltou para a África, onde fundou uma comunidade cristã ocupada na oração, estudo da Palavra e caridade
Celebramos neste dia a memória do grande Bispo e Doutor da Igreja que nos enche de alegria, pois com a Graça de Deus tornou-se modelo de cristão para todos. Agostinho nasceu em Tagaste, no norte da África, em 354, filho de Patrício (convertido) e da cristã Santa Mônica, a qual rezou durante 33 anos para que o filho fosse de Deus.
Aconteceu que Agostinho era de grande capacidade intelectual, profundo, porém, preferiu saciar seu coração e procurar suas respostas existentes tanto nas paixões, como nas diversas correntes filosóficas, por isso tornou-se membro da seita dos maniqueus.
Com a morte do pai, Agostinho procurou se aprofundar nos estudos, principalmente na arte da retórica. Sendo assim, depois de passar em Roma, tornou-se professor em Milão, onde envolvido pela intercessão de Santa Mônica, acabou frequentando, por causa da oratória, os profundos e famosos Sermões de Santo Ambrósio. Até que por meio da Palavra anunciada, a Verdade começou a mudar sua vida.
O seu processo de conversão recebeu um “empurrão” quando, na luta contra os desejos da carne, acolheu o convite: “Toma e lê”, e assim encontrou na Palavra de Deus (Romanos 13, 13ss) a força para a decisão por Jesus:“…revesti-vos do Senhor Jesus Cristo…não vos abandoneis às preocupações da carne para lhe satisfazerdes as concupiscências”.
Santo Agostinho, que entrou no Céu com 76 anos de idade (no ano 430), converteu-se com 33 anos, quando foi catequizado e batizado por Santo Ambrósio. Depois de “perder” sua mãe, voltou para a África, onde fundou uma comunidade cristã ocupada na oração, estudo da Palavra e caridade. Isto, até ser ordenado Sacerdote e Bispo de Hipona, santo, sábio, apologista e fecundo filósofo e teólogo da Graça e da Verdade.
Santo Agostinho, rogai por nós!

Tarde Vos amei,
ó Beleza tão antiga e tão nova,
tarde Vos amei!
Eis que habitáveis dentro de mim,
e eu, lá fora, a procurar-Vos!
Disforme, lançava-me sobre estas formosuras que criastes.
Estáveis comigo e eu não estava Convosco!
Retinha-me longe de Vós
aquilo que não existiria,
se não existisse em Vós.
Porém, chamastes-me,
com uma voz tão forte,
que rompestes a minha Surdez!
Brilhastes, cintilastes,
e logo afugentastes a minha cegueira!
Exalastes Perfume:
respirei-o, a plenos pulmões, suspirando por Vós.
Saboreei-Vos
e, agora, tenho fome e sede de Vós.
Tocastes-me
e ardi, no desejo da Vossa Paz

Canção do Amor Talvez

O sabor da Chef



Fui ao restaurante Tordesilhas no início desta semana. Comida maravilhosa. Brasileira. Gostos e temperos que valorizam a riqueza de nossa terra. Tudo muito caprichado. Atendimento carinhoso, gentil. A decoração é criativa. E há, na parede, um texto que fala sobre os 10 mandamentos da cozinha brasileira. O mandamento derradeiro e universal é este: bom apetite! Porque o mal nunca entra pela boca, o mal é o que sai da boca do homem.
Enquanto comia, pensava no que lia. E partilhava com os meus amigos. Como é bom almoçar com amigos. E prosear. E agradecer o privilégio dos sabores que nos alimentam. E celebrar a vida. No cotidiano. Nas ações que fazemos com que sejam especiais. Falamos sobre os dizeres. A inspiração está no Evangelho. O problema é o que sai de nossa boca. É a força do que falamos. É o estrago que somos capazes de causar aos outros. Por quê? Por que nos interessarmos tanto pela vida dos outros? Se fosse o interesse generoso da partilha, da ajuda amiga, da compreensão de que é melhor caminharmos juntos, seria bom. Mas não é. Estragamos a vida dos outros com o que sai da nossa boca. Desnecessariamente.
Quando já nos preparávamos para sair, encontramos a chef Mara Salles. Que mulher incrível! Falamos do sabor de sua comida. Ela agradeceu e começou a conversar sobre outros sabores. Sobre projetos sociais. De inclusão. De acolhimento de pessoas que, por alguma razão, ficaram à margem. O prazer de cozinhar talvez seja um bom aliado para recuperá-los para a vida. Sorria, enquanto dizia do sabor de viver, de fazer o que gosta, e de ajudar as pessoas. A prosa foi breve, mas revigorante. Saímos dizendo que nem tudo o que sai da boca do homem prejudica o homem. Há palavras de esperança. Há textos que narram contextos de gente que faz o bem. Almoço bom aquele. Depois do sabor da boa comida brasileira, o prazer de ouvir uma brasileira que não desiste de fazer o bem. E bem feito.
Por: Gabriel Chalita (fonte: Diário de S. Paulo) | Data: 28/08/2015









Uma canção de amor para Gabriel Chalita, que só sabe amar.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Vejam, eu andei pelas vilas...






       Desde criança a bondade das pessoas me emociona. Sempre todo mês de dezembro as criança pobres como eu esperávamos uma linda senhora que nos visitava e nos dava presentes. Nossa vida se resumia a essa espera, vivíamos esse dia o ano todo, era o nosso sonho. Eu ficava tão feliz com aquele gesto de amor que nem sempre ganhava presente, ficava contemplando com tanta emoção... só isso. Eram tantas crianças e eu gostava de ver aquele momento de alegria, era muito lindo. O tempo foi passando e a gente foi crescendo e a linda senhora nunca mais apareceu.
      Um dia minha mãe resolveu manter o sonho das crianças, começou a doar brinquedos e fazer um almoço para as crianças, sempre no dia da criança. E eu toda orgulhosa dela me tornei a menina mais feliz do mundo, porque o sonho não acabou. Cresci mas mantive em mim a chama do amor ao próximo; conheci uma linda senhora semelhante a um anjo Zilda Arns, entrei na PASTORAL DA CRIANÇA que para mim é a "pastoral da vida", a minha felicidade. Fazer parte dessa história de amor que é a Pastoral da Criança é indescritível. Conheço e amo minha comunidade através dessa linda ação da Dra. Zilda, que de uma pequena semente de esperança fez brotar em cada coração o amor e a doação ao próximo, por meio da PALAVRA DE DEUS. Tudo o que ela fez não vai passar, vamos cultivar a SEMENTE DO BEM. Nosso sonho continua... toda criança precisa sonhar. VIVA A ESPERANÇA, VIVA A VIDA, VIVA A PASTORAL DA CRIANÇA... VIVA A ZILDA ARNS!!!
      Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos.
João 15:13.    



#‎BebePastoral‬ 















Pastoral da Criança







Que tal preparar uma brincadeira especial para os pequenos no final de semana? Confira o passo a passo para montar um Jogo da Memória:http://goo.gl/qFHJH1