O Mundo em Suas Mãos

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Divina Misericórdia, eu confio em Vós!

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terça-feira, 10 de abril de 2012

Quanto tempo você tem?

A VIDA é o primeiro DIREITO, uma vez negado, todos os outros direitos não terão mais nenhum VALOR.Viver um, dois, três minutos... Um, dois, três dias... dez, vinte, trinta anos... cem ANOS! Não importa quanto TEMPO, o que importa é RESPEITAR a VIDA o tanto que ela dure. VIVER é o DOM mais precioso, e não se pode negá-lo.
"Deixe-me NASCER, já tenho um CORAÇÃO, deixe-me te AMAR, dê uma chance!
Posso provar... Sou de Deus, quero amar!"

VENTRE MATERNO É UM DOCE LUGAR DE AMOR E PROTEÇÃO, e se esse LUGAR for ameaçado a HUMANIDADE toda estará em risco.
VIVA A VIDA E DEIXE VIVER!!!

sábado, 31 de março de 2012

Todos os sonhos do Mundo - Gabriel Chalita


"Fazemos parte de uma multidão e somos únicos, Fernando Pessoa é apenas um, Olavo Bilac também. Eu gostaria de sonhar com esta construção poética: todos os sonhos do mundo, a poesia não se explica. VIVE-SE."

O poder transformador da palavra - Padre Fábio de Melo

"Sempre acreditei no poder transformador da palavra. A palavra lava a alma, abre os sulcos, esclarece, reorienta. Experimento em mim essa força transformadora. Sempre fui feito a reflexões. É impressionante como é possível mudar o jeito de sentir a VIDA a partir de uma reflexão. "
Do livro Cartas entre amigos 2

AS LAVADEIRAS DE ROUPA - Graciliano Ramos

Deve-se escrever da mesma maneira como as lavadeiras lá de Alagoas fazem seu ofício. Elas começam com uma primeira lavada, molham a roupa suja na beira da lagoa ou do riacho, torcem o pano, molham-no novamente, voltam a torcer. Colocam o anil, ensaboam e torcem uma, duas vezes. Depois enxáguam, dão mais uma molhada, agora jogando a água com a mão. Batem o pano na laje ou pedra limpa, e dão mais uma torcida e mais outra, torcem até não pingar do pano uma só gota. Somente depois de feito tudo isso é que elas dependuram a roupa lavada na corda ou no varal, para secar.
Pois quem se mete a escrever devia fazer a mesma coisa.
A PALAVRA não foi feita para enfeitar, brilhar como ouro falso; a PALAVRA foi feita para dizer.




























quarta-feira, 28 de março de 2012

CEARÁ, TERRA DA LUZ
































































































































































































































































Você já deve ter ouvido falar que o Ceará é a TERRA DA LUZ. E pode ter pensado que esse nome foi dado porque o Sol brilha praticamente durante o ano inteiro. Mas a verdadeira origem da expressão não é essa. Saiba agora o grande motivo!
































































O movimento liderado pelo jangadeiro Dragão do Mar ( Francisco José do Nascimento) e seus companheiros pescadores foi um passo decisivo para mudar os destinos da escravidão no Ceará. Naquela época, para mudar os escravos vendidos para as províncias do Sul e Sudeste do Brasil viajavam em navios que atracavam nas proximidades da costa cearense. E o trajeto da praia até os navios era feito por jangadas.
































No dia 27 de janeiro de 1881, os jangadeiros se negaram a transportar os escravos até os navios. Com isso, o tráfico de escravos entre o Nordeste e o Sul do país foi interrompido. Joaquim Nabuco, escritor, político e abolicionista pernambucano, deu ao o título de" Terra da Luz", por ter sido a primeira província do Brasil a abolir a escravidão, em 1884. Nesse título, a palavra LUZ indica que o povo cearense foi iluminado ao compreender, antes de todo o país, que todos os seres humanos têm direito à liberdade.
































































HINO DO CEARÁ
































































Letra
































Thomas Lopes
































































Música
































Alberto Nepomuceno
































































Terra do Sol, do amor, Terra da Luz!
































Soa o clarim que a tua glória conta!
































Terra, o teu nome a fama aos céus remonta
































Em clarão que seduz!
































Nome que brilha - esplendido luzeiro
































Nos fulvos braços de ouro do cruzeiro!
































































Mudem-se em flor as pedras dos caminhos!
































Chuvas de pratas rolem das estrelas...
































E despertando, deslumbrada ao vê-las,
































Ressoe a voz dos ninhos...
































Há de florar nas rosas e nos cravos
































Rubros o sangue ardente dos escravos.
































































Seja o teu verbo a voz do coração,
































-Verbo de paz e amor do Sul ao Norte!
































Ruja teu peito em luta contra a morte,
































Acordado a amplidão,
































E foi o sol iluminando o dia!
































































Tua jangada afoita enfune o pano!
































Vento feliz conduza a vela ousada!
































Que importa que teu barco seja um nada.
































Na vastidão do oceano,
































Se à prova vão heróis e marinheiros
































E vão no peito corações guerreiros?
































































Sim, nós te amamos, em aventuras de magóas!
































Porque esse chão que embebe a água dos rios
































Há de florar em meses, nos estios
































E bosques, pelas águas!
































Selvas e rios, serras florestas
































Brotem do solo em rumerosas festas!
































































Abra-se ao vento o teu perdão natal!
































Sobre as revoltas águas dos teus mares!
































E desfraldado diga aos céus e aos mares!
































A vitória imortal!
































Que foi o sangue, em guerras leais e francas
































E foi na paz, da cor das hóstias brancas.