O Mundo em Suas Mãos

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Divina Misericórdia, eu confio em Vós!

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sábado, 6 de julho de 2013

Espelhos

Mirrors



Oh we are mirrors in the sun and we brightly shine 
We are singing and dancing in perfect time 
There is nothing in the world that we can do 
To stop the light of love come shining through 

And the fire of a newborn moment is shining round you 
Kiele aloha 
Hey, a perfect stranger, a feeling of you, 
Kiele aloha 
Hey, come be with me for we are, we are, we are... 

...Perfect mirrors in the sun and we brightly shine 
We are singing and dancing in perfect time 
There is nothing in the world that we can do 
To stop the light of love come shining through 

And the fire of a golden light is shining round you 
Kiele aloha 
Hey, the wind is cold, and I long to hold you 
Kiele aloha 
Hey, come be with me for we are, we are, we are 

We are perfect mirrors in the sun and we brightly shine 
We are singing and dancing in perfect time 
There is nothing in the world that we can do 
To stop the light of love come shining through 

And the streets are filled with bells, and the sky was falling 
Kiele aloha 
There are so many things I long to tell you, can you here mecalling 
Kiele aloha 
Hey, come be with me for we are, we are, we are 

We are perfect mirrors in the sun and we brightly shine 
We are singing and dancing in perfect time 
There is nothing in the world that we can do 
To stop the light of love come shining through 

We are mirrors in the sun and we brightly shine 
We are singing and dancing in perfect time 
There is nothing in the world that we can do 
To stop the light of love come shining through 

We are mirrors in the sun and we brightly shine 
We are singing and dancing in perfect time 
There is nothing in the world that we can do 
To stop the light of love come shining through 










quinta-feira, 4 de julho de 2013

Meu nome é Pomme


 Nasci quando o mundo começou.
Eu sou eu.
Meu nome é Pomme.
Minha mãe é da África.
Veio voando. Até chegar aqui.
Quando seus pés tocaram o chão, viu meu pai.
E meu pai a viu.
Isso foi ainda antes do mundo começar.
Ela ainda não sabia que ele era meu pai, porque ainda
não me conhecia.

 Ela estava com fome e sede, e pouco dinheiro.
Comprou duas maçãs verdes.

Guardou-as na bolça, porque
nunca se sabe.
Papai carregou pra ela a mala pequena.
- Você é linda - disse ele. Mas ela não
ouviu bem.
- Parece uma princesa - disse ele. Ela
entendeu o que ele queria dizer.
- Vou levar você a um castelo. Um
pequeno castelo.
Ela mordeu a maçã e riu para ele.
Pomme, disse em francês.
Ofereceu-lhe também uma maçã.
Papai deu uma mordida.

Moravam muitas pessoas no castelo.
As mãos contavam histórias.
Todos entendiam as canções que eram cantadas.
Canções sobre o sol desaparecendo atrás das colinas,
sobre a lua querendo espantar a escuridão, sobre amores distantes.
O castelo tinha muitos quartos com janelinhas.
E portas que ficavam sempre fechadas.
Papai vinha todos os dias e sempre trazia maçãs verdes.
 A comida era para todos.
Mamãe experimentava de tudo um pouco.
As maçãs, guardava-as para si.
Enfiando os dentes nelas, olhava pela janela o mundo lá fora,
que ainda não tinha nem começado.
Via os galhos desfolhados de uma árvore.
A água, escorrendo pelas vidraças, gotas sobre o telhado.
Água por todos os lados.
E frio.
Papai a mantinha aquecida.
 Vou procurar uma casa para você, disse papai.
Quando a chuva parar.
Mamãe olhava todos os dias para o céu.
De noite, contava estrelas com papai.
O silêncio era vasto como o mar.
A cama virava então um barco balançando sobre as ondas.
 
 Mamãe não se atrevia a sair de casa.
Pássaros faziam ninho na calha de água pertinho da sua janela.
Eles traziam cheiros que ela  não conhecia.
Os galhos  se enchiam de folhas verdes.
Até que a chuva cessou.
- Chegou a hora - disse papai.

Procuraram uma casa aos pés de uma torre.
- Assim eu fico pertinho de outras pessoas - disse mamãe. -
Aí então pode começar o mundo.

Encontraram uma torre, mas o portão estava fechado.
As casas, todas ocupadas.
As cortinas, todas fechadas.

Foram procurando cada vez mais longe da torre.
Uma casa pequena teria tudo o que uma casa tem de ter.
Teto, janela e porta.
E uma trilha indicando o caminho para dentro.
Apareceram novas palavras.
- A porta deverá ficar sempre  aberta - disse mamãe, rindo.

O verão enchia as tigelas de morangos com chantili.


 Mamãe rearranjou tudo.
Os quartos, as roupas e a vida.
Enrolava na cintura panos largos com flores desabrochando.
Fazia cortinas que ficavam sempre abertas.

O sol foi ficando magrinho, dando chifres às sobras.
O vento brincando com as folhas mortas. E elas 
foram entrando sem permissão.


 Mamãe aprendeu a fechar as portas.
Ficava sentada numa cadeira, esperando.
Papai lhe dava maçãs verdes
e segurava as suas mãos.
Ele fechava as cortinas.
- sinto falta da luz - dizia mamãe -,
temos de abrir as cortinas,
ainda há estrelas por contar.

Ela estava olhando o céu.
Os pássaros  voavam para longe. 
Mamãe começou a cantar.
Eu ouvi lágrimas na sua voz.
Ela já estava farta de tanta chuva.
EU QUIS DESCER DO COLO DELA. 
 As águas romperam a BOLSA, e O MUNDO COMEÇOU.
Estava escuro do lado de fora, claro do lado de dentro.
Quando eu CHEGUEI, papai acendeu as estrelas.
Senti mãos quentes.
- Aí está ela - disse mamãe.
- Aí está ela, inteirinha! - disse papai.
FOI QUANDO EU SOUBE QUE EXISTIA.


 
Nevou e tudo ficou macio.
O mundo, cheirando a maçã verde.
- Você é feita para levar uma mordida - riu mamãe.
E deu a mim o meu nome.

Eu sou eu.
Meu nome é Pomme.
 Livro Meu nome é Pomme: Kristien Dieltiens
Ilustração: Steanie De Graef

terça-feira, 2 de julho de 2013

É bom ser criança











 Do sorriso de uma criança, nascer a paz do mundo.
Do olhar de uma criança, cresce a esperança...
Do coração de uma criança, floresce o amor...
Do falar de uma criança, realizam-se todos os sonhos. 
Quer conhecer os segredos e os mistérios da vida?
Aproxime-se apenas de uma criança.